Pouco resta daquilo que terá sido a muralha do Castelo de Odemira parte o suporte onde hoje assenta a Biblioteca Municipal de Odemira

Castelo de Odemira e Forte de S. Clemente

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Monumentos no Litoral Alentejano

O Castelo de Odemira e o Forte de S. Clemente são as duas fortificações no Conselho de Odemira, sendo que ao contrário do Forte, do Castelo pouco resta daquilo que terá sido a muralha e cerca do sendo visível na maior parte o suporte onde hoje assenta a Biblioteca Municipal de Odemira sendo que os restos da muralha, articulam-se de forma interessante com alguns edifícios, definindo a expansão urbanística da vila.

Terá sido tomado aos mouros 1166 provavelmente no local de “oppidum” romano. A vila de Odemira recebeu foral de D. Afonso III em 1256 e em 1265 efectua-se a sua reconstrução. Foi posteriormente em 1319 doado ao bispo do Porto e a mando de D. Dinis feita a reedificação e construção de uma nova cerca; Foi efectivada depois a doação da vila e seu termo ao almirante Micer Manuel Peçanha e seus descendentes.

Recebeu novamente foral de D. Manuel em 1510. Foram Condes de Odemira D. Sancho de Noronha e D. Mécia de Sousa, no reinado de D. Duarte. Nesta casa se conservou até ao reinado de D. João IV, quando foi doada a D. Francisco de Faro. D. Pedro II doou-a ao 1º Duque de Cadaval.


Forte de S. Clemente – Vila Nova de Milfontes

Foi edificado entre os anos de 1599 e 1602, devido a um período de forte assédio corsário à vila.

A sua construção teve como objectivo proteger a costa alentejana, de corsários e piratas, especialmente aqui na entrada do Rio Mira.

Tendo sido interrompidas as obras do Pessegueiro o  engenheiro napolitano Alexandre Massai na altura ao serviço da Coroa deslocou-se para aqui, tendo finalizado a obra em 1602 no reinado de Filipe II.

O acesso ao forte era feito por ponte levadiça, que terá deixado de funcionar talvez antes dos meados do século XVIII.

Cercado por norte e nascente, por uma cava ou fosso, era este limitado exteriormente por contra-escarpa, se estendia uma estrada coberta, acessível a partir do fosso por escada de pedra já desaparecida. O muro que hoje rodeia o fosso do castelo e que forma os miradouros da Barbacã é o que resta dessa antiga fortificação exterior. Foi a partir de 1939 e depois de mudar de mãos restaurado tendo passado a servir hotel como Turismo de Habitação. Recebeu classificação de “imóvel de interesse público” pelo decreto 95/78, de 12 de Setembro.

Foi edificado entre os anos de 1599 e 1602, devido a um período de forte assédio corsário à vila.
A sua construção teve como objectivo proteger a costa alentejana, de corsários e piratas, especialmente aqui na entrada do Rio Mira.

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