A Reserva do Estuário do Sado compreende uma área de 23.160 ha

Património Natural do Litoral Alentejano

Compreendendo uma área de 23.160 ha, a Reserva Natural do Estuário do Sado Cerca de 13.500 ha são de área estuarina e os restantes, cerca de 9.500, são constituídos por zonas húmidas marginais convertidas para a salinicultura, para piscicultura e para a orizicultura, também por áreas terrestres e por pequenos cursos permanentes de água doce.

Área protegida de uma riqueza enorme apresenta uma diversidade, que se estende da vegetação de água salgada que margina o estuário, o sapal, aos lodos que juntamente com a dinâmica das marés são abrigo das inúmeras espécies que aqui se encontram.

Na Reserva Natural do Estuário do Sado (RNES) estão registadas 261 espécies de vertebrados, das quais 8 são anfíbios, 11 são répteis, 211 são aves e 31 são mamíferos. A RNES estende-se por uma área de 23.160 ha, dos quais, cerca de 13.500 ha são de área estuarina e os restantes, cerca de 9.500, são constituídos por zonas húmidas marginais convertidas para a salinicultura, para piscicultura e para a rizicultura  por áreas terrestres e por pequenos cursos permanentes de água doce.

Aves na ribeira da Marateca - Estuario do Sado

Área protegida de uma riqueza enorme apresenta uma diversidade, que se estende da vegetação de água salgada que margina o estuário, o sapal, aos lodos que juntamente com a dinâmica das marés são abrigo das inúmeras espécies que aqui se encontram.

Na Reserva Natural do Estuário do Sado (RNES) estão registadas 261 espécies de vertebrados, das quais 8 são anfíbios, 11 são répteis, 211 são aves e 31 são mamíferos. A RNES estende-se por uma área de 23.160 ha, dos quais, cerca de 13.500 ha são de área estuarina e os restantes, cerca de 9.500, são constituídos por zonas húmidas marginais convertidas para a salinicultura, para piscicultura e para a rizicultura  por áreas terrestres e por pequenos cursos permanentes de água doce.

Estuario do Sado Aerial FPV

Motivo da elevada produtividade primária dos sapais (superior a 2.000 g/m2/ano, facto que lhe atribui o estatuto de máxima produtividade primária dos ecossistemas da biosfera) a zona estuarina do Sado constitui, na prática, um verdadeiro “viveiro” ou zona de crescimento, para inúmeras espécies de peixes (já foram identificadas 44 espécies, o charroco (Halobatrachus didaclylus), único taxa de Batrachoididae assinalado para o estuário, é a espécie mais abundante, logo seguido do sargo (Dillodus vulgaris) são ainda de assinalar com quantitativos importantes a choupa (Spondyliosoma cantharus), o linguado-ferrugento (Solea vulgaris), o garrento (Liza aurata), a raia- riscada (Raja ondulata) e o linguado (Solea senegalensis)], de crustáceos (berbigão, buzios, ameijoas, lambujinha, camarão e caranguejo) e de moluscos (choco, polvo, lula) com grande interesse comercial e biológico. Face à sua riqueza biológica o estuário do Sado constitui ainda uma região de grande importância para duas espécies costeiras de cetáceos

Na Reserva Natural do Estuário do Sado (RNES) estão registadas 261 espécies de vertebrados, das quais 8 são anfíbios, 11 são répteis, 211 são aves e 31 são mamíferos. A RNES estende-se por uma área de 23.160 ha, dos quais, cerca de 13.500 ha são de área estuarina e os restantes, cerca de 9.500, são constituídos por zonas húmidas marginais convertidas para a salinicultura, para piscicultura e para a rizicultura  por áreas terrestres e por pequenos cursos permanentes de água doce.


Na Reserva Natural do Estuário do Sado (RNES) estão registadas 261 espécies de vertebrados, das quais 8 são anfíbios, 11 são répteis, 211 são aves e 31 são mamíferos. A RNES estende-se por uma área de 23.160 ha, dos quais, cerca de 13.500 ha são de área estuarina e os restantes, cerca de 9.500, são constituídos por zonas húmidas marginais convertidas para a salinicultura, para piscicultura e para a rizicultura  por áreas terrestres e por pequenos cursos permanentes de água doce.

Motivo da elevada produtividade primária dos sapais (superior a 2.000 g/m2/ano, facto que lhe atribui o estatuto de máxima produtividade primária dos ecossistemas da biosfera) a zona estuarina do Sado constitui, na prática, um verdadeiro “viveiro” ou zona de crescimento, para inúmeras espécies de peixes (já foram identificadas 44 espécies, o charroco (Halobatrachus didaclylus), único taxa de Batrachoididae assinalado para o estuário, é a espécie mais abundante, logo seguido do sargo (Dillodus vulgaris) são ainda de assinalar com quantitativos importantes a choupa (Spondyliosoma cantharus), o linguado-ferrugento (Solea vulgaris), o garrento (Liza aurata), a raia- riscada (Raja ondulata) e o linguado (Solea senegalensis)], de crustáceos (berbigão, buzios, ameijoas, lambujinha, camarão e caranguejo) e de moluscos (choco, polvo, lula) com grande interesse comercial e biológico.

Muitas são as espécies que se podem observar, as cegonhas-brancas, as garças, os perna-longas, , os colhereiros, os flamingos-rosa, as aves de rapina, os patos, os alfaiates, e ainda a lontra europeia, os saca-rabos, os gamos e os golfinhos entre outras espécies, são prova da importância desta reserva.
A faixa do Litoral Alentejano, na margem Sul do Sado, avança pela EN 253 até ao entroncamento com a EN 253-1, na povoação da Comporta.
Segue depois por esta estrada nacional, no sentido noroeste, até ao ponto de encontro com o caminho de acesso à ETAR de Tróia (limite sul de um eucaliptal), por onde prossegue até ao ponto de encontro com o canal da Comporta. Segue finalmente por uma linha recta, definida por este ponto e pelo ponto inicial da EN 10-4, fechando o respectivo limite

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